PROPEDEUTICA I: CABEÇA E PESCOÇO
CASO CLINICO
ID: J.V.L. 23 anos, caucasiano, estudante, solteiro.
QP: "gripe do fim dos tempos"
HMA: coriza, tosse e constipação nasal com início há 10 dias. há 2 dias iniciou febre não aferida e mal estar geral. relata tambem aumento da coriza há 2 dias. Nega sintomas gastrointestinais e urinarios. nega hipoacusia, nega otalgia, nega outros sintomas.
relata cefaléia diaria na ultima semana desencadeada por preocupações com subordinados.
HMP: nega asma, rinite, HAS, DM, alergias, doenças, internações, transfusões. Relata cefaleia ocasional por preocupação.
HMF: sem queixas relevantes.
CHV: nega tabagismo. etilismo social. vida cheia de responsabilidades.
EXF: Temp 38,4, SO2 99%, FR 14, FC 80 PA: 120/80
BEG, LOTE, eupnêico, febril, anictérico, hidratado.
mucosas palpebrais coradas, linfonodos nao palpaveis.
MV+ bilat sim SRA, BCRNF SS
abdome flacido indolor
membros sem edema
Qual o diagnostico sindromico?
Qual o diagnostico provavel e seus criterios percebidos no caso?
Usa ou nao antibiotico? qual? porque a escolha?
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segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
sábado, 30 de novembro de 2013
PROPEDEUTICA I : CABEÇA E PESCOÇO
CASO CLÍNICO
ID: F.B.S 22 anos, caucasiano, masculino, solteiro, natural e residente da região metropolitana de curitiba.
QP: dor de pescoço
HMA: dor de inicio ontem, na porção anterior do pescoço, lateral (e nao central que pode ser de laringe por tosse) de media intensidade, constante em pontada. piora quando engole, alivia com agua gelada. associado a febre, tosse por vezes produtiva, calafrios (significam bacteremia) e catarro. tambem associa-se a dor lombar bilateral. nega diarreia, vomitos e alterações urinarias.
HMP: amigdalite de repetição, 3 casos por ano desde a infancia. nega HAS, DM, transfusões, internamentos, cirurgias, alergias.
HMF: nada relevante
CHV: fumante, alcoolismo social eventualmente exacerbado. nega uso de substancias.
ExF: Temp: 38,3 FR: 18 FC: 88 SatO2 99%
BEG, LOTE, eupneico, anicterico, hidratado, febril.
mucosa palpebral corada, linfonodomegalia dolorosa a esquerda, submandibular. oroscopia com pontos purulentos em amigdalas, sem placas purulentas, amigdalas discretamente aumentadas, ausencia de petequias em palato.
MV+ bilateral sim SRA, BCRNF SS
abdome flacido indolor, sem massas palpaveis e visceromegalias.
Qual o foco infeccioso?
Qual o agente infeccioso mais comum? Quais os 3 de otite e 6 de pneumonia?
Qual o nome da sindrome que é semelhante a essa infecção? como diferenciar?
Como medicar? Faz antibiotico e como saber se faz? Considerando que ninguem nunca morreu dessa doença. qual seria a função do antibiotico?
qual antibiotico usar para este caso? Qual para otite? qual para pneumonia?
CASO CLÍNICO
ID: F.B.S 22 anos, caucasiano, masculino, solteiro, natural e residente da região metropolitana de curitiba.
QP: dor de pescoço
HMA: dor de inicio ontem, na porção anterior do pescoço, lateral (e nao central que pode ser de laringe por tosse) de media intensidade, constante em pontada. piora quando engole, alivia com agua gelada. associado a febre, tosse por vezes produtiva, calafrios (significam bacteremia) e catarro. tambem associa-se a dor lombar bilateral. nega diarreia, vomitos e alterações urinarias.
HMP: amigdalite de repetição, 3 casos por ano desde a infancia. nega HAS, DM, transfusões, internamentos, cirurgias, alergias.
HMF: nada relevante
CHV: fumante, alcoolismo social eventualmente exacerbado. nega uso de substancias.
ExF: Temp: 38,3 FR: 18 FC: 88 SatO2 99%
BEG, LOTE, eupneico, anicterico, hidratado, febril.
mucosa palpebral corada, linfonodomegalia dolorosa a esquerda, submandibular. oroscopia com pontos purulentos em amigdalas, sem placas purulentas, amigdalas discretamente aumentadas, ausencia de petequias em palato.
MV+ bilateral sim SRA, BCRNF SS
abdome flacido indolor, sem massas palpaveis e visceromegalias.
Qual o foco infeccioso?
Qual o agente infeccioso mais comum? Quais os 3 de otite e 6 de pneumonia?
Qual o nome da sindrome que é semelhante a essa infecção? como diferenciar?
Como medicar? Faz antibiotico e como saber se faz? Considerando que ninguem nunca morreu dessa doença. qual seria a função do antibiotico?
qual antibiotico usar para este caso? Qual para otite? qual para pneumonia?
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
PROPEDEUTICA I
CABEÇA E PESCOÇO
ID: L.A masculino 19 anos, caucasiano, solteiro, natural de curitiba.
QP: bolas de agua no pescoço.
HMA: início há 10 horas com crepitantes no pescoço, disfonia e sensação de pressão auricular. Nega febre, dor, trauma, internação recente ou historico otorrinolaringologico. nega outros sintomas.
HMP: nega asma, rinite, DM, HAS, transfusões, internamentos, cirurgicas, medicações, alergias. alega uso de cocaina.
HMF: nada semelhante.
EX: PA 120/80, pulso 67 satO2: 98% temp 37ºC, FR 18
LOTE, BEG, eupneico, hidratado, anicterico, corado.
MV+ bilat simétrico crepitantes finos em area interescapular e medial do torax até a base.
BCRNF SS. abdome flacido, indolor a palpação, RHA+.
crepitação a leve palpação de toda a área do platisma. enfisema subcutaneo?
como o caso é veridico e raro eu ja vou dar o raio X de torax que evidencia presença de pneumomediastino.
quais as causas de pneumomediastino mais comuns e porque este caso desperta curiosidade?
CABEÇA E PESCOÇO
ID: L.A masculino 19 anos, caucasiano, solteiro, natural de curitiba.
QP: bolas de agua no pescoço.
HMA: início há 10 horas com crepitantes no pescoço, disfonia e sensação de pressão auricular. Nega febre, dor, trauma, internação recente ou historico otorrinolaringologico. nega outros sintomas.
HMP: nega asma, rinite, DM, HAS, transfusões, internamentos, cirurgicas, medicações, alergias. alega uso de cocaina.
HMF: nada semelhante.
EX: PA 120/80, pulso 67 satO2: 98% temp 37ºC, FR 18
LOTE, BEG, eupneico, hidratado, anicterico, corado.
MV+ bilat simétrico crepitantes finos em area interescapular e medial do torax até a base.
BCRNF SS. abdome flacido, indolor a palpação, RHA+.
crepitação a leve palpação de toda a área do platisma. enfisema subcutaneo?
como o caso é veridico e raro eu ja vou dar o raio X de torax que evidencia presença de pneumomediastino.
Esta demonstra o "enfisema subcutaneo" abaixo do plastisma. dificil de ver, porem imaginando um pouco observa-se uma especie de nuvem, principalmente em contraste como a clavicula direita.
Aqui observa-se um desencontro das linhas de diferentes densidades na segunda curvatura cardíaca (correspondente ao átrio esquerdo).
aqui observa-se um L entre a parede do torax e a incisura pulmonar. a "rachadura" progride na direção nordeste.
quais as causas de pneumomediastino mais comuns e porque este caso desperta curiosidade?
PROPEDEUTICA I
CABEÇA E PESCOÇO
ID: J.J caucasiano, masculino, solteiro, 19 anos, residente de Curitiba.
QP: bola na cabeça
HMA: massa retroauricular e submandibular de início há 2 dias, ambas dolorosas tipo pontada. Início associado a bolinhas no torax, mal estar geral, tosse, febre nao aferida e sudorese.
a massa retroauricular evoluiu de tamanho de 1cm no primeiro dia para 2cm no segundo dia. nega alterações de urinarias ou digestivas, nega coriza e otalgia.
HMP: nega DM, HAS, asma, rinite, transfusões, doenças de infancia, cirurgias, internações, alergias, medicações.
HMF: nenhum parente teve quadro semelhante.
CHV: funcionário de hospital.
EX: temp 39ºC, sat 95% PA 120/80 FC 90 FR 28
BEG, LOTE, taquipneuco, hidratado, anicterico.
linfonodomegalia retroauricular e submandibular dolorosas ao toque, papulas com base eritematosa em couro cabeludo e torax. pequenas ulceras orais.
MV+ bilat simétrico SRA. BCRNF SS.
abdome flácido indolor a palpação RHA+.
Quais os diagnósticos sindrômicos?
Qual os diagnósticos etiológicos possíveis? e o principal?
Qual a explicação para a taquipnéia? qual a relação com o exame físico pulmonar?
qual o principal sinal clínico que indica que esta doença pode nao ser banal?
CABEÇA E PESCOÇO
ID: J.J caucasiano, masculino, solteiro, 19 anos, residente de Curitiba.
QP: bola na cabeça
HMA: massa retroauricular e submandibular de início há 2 dias, ambas dolorosas tipo pontada. Início associado a bolinhas no torax, mal estar geral, tosse, febre nao aferida e sudorese.
a massa retroauricular evoluiu de tamanho de 1cm no primeiro dia para 2cm no segundo dia. nega alterações de urinarias ou digestivas, nega coriza e otalgia.
HMP: nega DM, HAS, asma, rinite, transfusões, doenças de infancia, cirurgias, internações, alergias, medicações.
HMF: nenhum parente teve quadro semelhante.
CHV: funcionário de hospital.
EX: temp 39ºC, sat 95% PA 120/80 FC 90 FR 28
BEG, LOTE, taquipneuco, hidratado, anicterico.
linfonodomegalia retroauricular e submandibular dolorosas ao toque, papulas com base eritematosa em couro cabeludo e torax. pequenas ulceras orais.
MV+ bilat simétrico SRA. BCRNF SS.
abdome flácido indolor a palpação RHA+.
Quais os diagnósticos sindrômicos?
Qual os diagnósticos etiológicos possíveis? e o principal?
Qual a explicação para a taquipnéia? qual a relação com o exame físico pulmonar?
qual o principal sinal clínico que indica que esta doença pode nao ser banal?
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Identificação: J.P. 75 anos. masculino, aposentado.
Queixa principal: Dor no pescoço.
HMA: ILICIDAS:
Paciente refere que tem dores no pescoço na região posterior ao acordar que passam durante o dia. Ao ser questionado sobre a postura durante o sono ele relata utilizar 4 travesseiros para apoiar sua cabeça. Questionado sobre a necessidade dos travesseiros ele diz precisar deles para ver televisão ou fazer leituras, pois não enxerga direito. Alega nao ter problemas para a leitura proxima ou distante. Não sabe desde quando tem a dificuldade, mas alega nao ter inciado agudamente. Nega outros sintomas.
HMP:
Nega asma, HAS, alergias, cirurgias. DM há 6 anos, não muito fiel a dieta. As vezes esquece-se da medicação. Hemoglobina glicada de 9%.
HMF:
Desconhece doenças familiares.
CHV:
Alimenta-se balanceadamente, evita doces normalmente. Não realiza atividades físicas. Nega fumo, álcool e drogas.
PPS:
Mora com o esposa, uma vidra tranquila.
RS:
Sem queixas.
Exame físico:
BEG, LOTE, corado, hidratado, eupnêico, anictérico.
PA: 120/80, FR: 18 FC: 80 temp: 37ºC SO2: 99%
mucosas coradas, sem adenomegalias. BCRNF, MV+ bilat sim SRA.
Abdome inocente.
Membros sem alterações.
Acantose nigricans em dorso do pescoço.
Queixa principal: Dor no pescoço.
HMA: ILICIDAS:
Paciente refere que tem dores no pescoço na região posterior ao acordar que passam durante o dia. Ao ser questionado sobre a postura durante o sono ele relata utilizar 4 travesseiros para apoiar sua cabeça. Questionado sobre a necessidade dos travesseiros ele diz precisar deles para ver televisão ou fazer leituras, pois não enxerga direito. Alega nao ter problemas para a leitura proxima ou distante. Não sabe desde quando tem a dificuldade, mas alega nao ter inciado agudamente. Nega outros sintomas.
HMP:
Nega asma, HAS, alergias, cirurgias. DM há 6 anos, não muito fiel a dieta. As vezes esquece-se da medicação. Hemoglobina glicada de 9%.
HMF:
Desconhece doenças familiares.
CHV:
Alimenta-se balanceadamente, evita doces normalmente. Não realiza atividades físicas. Nega fumo, álcool e drogas.
PPS:
Mora com o esposa, uma vidra tranquila.
RS:
Sem queixas.
Exame físico:
BEG, LOTE, corado, hidratado, eupnêico, anictérico.
PA: 120/80, FR: 18 FC: 80 temp: 37ºC SO2: 99%
mucosas coradas, sem adenomegalias. BCRNF, MV+ bilat sim SRA.
Abdome inocente.
Membros sem alterações.
Acantose nigricans em dorso do pescoço.
Ao avaliar a visão encontrou-se:
pupilas isofoto, musculatura adequadamente responsiva, sem nistagmo ao estresse de lateralização(como se testa o nistagmo, sempre forçando as laterais), perda de campo visual periférico importante em ambos os olhos.
Como se difere esta perda visual da perda visual do caso anterior?
Qual a relação com DM neste caso?
Qual o diagnóstico?
Como prevenir e tratar?
domingo, 20 de outubro de 2013
Identificação: A.P. 55 anos. feminino, dona de casa.
Queixa principal: cegueira.
HMA: ILICIDAS:
Paciente refere início há 5h de cegueira no olho direito numa área dentro do quadrante lateral inferior que estende-se até próximo do centro. A cegueira ocorreu como um evento súbito enquanto fazia leitura. Nega outros sintomas, nega dor. Nega recuperação visual no período.
HMP:
Nega asma, DM, HAS, alergias,
cirurgias. Porém não vai ao médico há 30 anos.
HMF:
Desconhece doenças
familiares.
CHV:
Alimenta-se “bem” come de
tudo (a inspeção IMC claramente maior do que 30) com dieta rica em frituras.
Evita doces. Não realiza atividades físicas. Nega fumo, álcool e drogas.
PPS:
Mora com o esposo e um filho,
uma vidra tranquila.
RS:
Sem queixas.
Exame físico:
BEG, LOTE, corado,
hidratado, eupnêico, anictérico. Paciente apresenta-se ligeiramente
ansiosa.
PA: 160/120, FR: 18 FC: 85 temp: 37ºC SO2: 99%
mucosas coradas, sem adenomegalias. BCRNF abafadas, MV+ bilat sim SRA.
Abdome inocente.
Membros sem alterações.
Acantose nigricans em dorso do pescoço. Xantelasmas.
O exame de fundo de olho do olho direito:
O exame de fundo de olho do olho
esquerdo:
Qual o evento que desencadeou a cegueira parcial?
Qual a doença que a paciente tem que propiciou as alterações na retina? Quais os nomes das alterações em cada olho?
Qual a fisiopatologia das duas alterações?
Qual a fisiopatologia das duas alterações?
Qual a conduta neste caso? A cegueira é reversível? É progressiva? É recorrente? É evitável? Como?
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